13.12.2007
A partir deste post explicarei resumidamente como utilizar os principais objetos do ASP. Iniciaremos com o objeto Response.
O Response é o primeiro objeto do ASP que utilizamos ao começar a programar. Ao utilizarmos o comando Response.Write para escrever algo, estamos na verdade fazendo uso do método Write do objeto Response.
O objeto Response, no entanto, tem outros usos. Em outras palavras, este objeto possui outros métodos, além de algumas propriedades e uma coleção. Para quem não lembra, um método é como uma função, enquanto que uma propriedade assemelha-se a uma variável. A coleção é uma espécie de array.
Não vamos estudar todos os métodos e propriedades, apenas os principais. Quem desejar conhecer o objeto mais a fundo, comece clicando aqui (em inglês).
A função geral do objeto Response é acessar informações que são enviadas do servidor para o browser do cliente.
Response.Write
O Write é o já famoso método que escreve texto (podendo incluir código HTML e/ou Javascript) na página gerada. Equivale ao echo do PHP ou ao document.write do Javascript.
Ex.:
Leia o resto deste post »
2 Comentários |
ASP + VBScript, SA110-06001, TQ200-05003 | Etiquetado: ASP, cookies, Objetos, Response, vbscript |
Link Permanente
Escrito por Iran Rodrigues
10.12.2007
Na primeira aula do módulo de PHP, vimos como dar os primeiros passos na utilização desta linguagem que, apesar de ter um propósito completamente diferente, lembra bastante o Javascript.
O PHP (sigla recursiva que significa “PHP: Hypertext Preprocessor”) é uma linguagem de programação para a web que é inserida diretamente no HTML e permite a criação de páginas dinâmicas.
Assim como o Javascript, o PHP é uma linguagem interpretada. Ou seja, o código produzido é “traduzido” para a linguagem de máquina e executado linha a linha. Desta forma, o código-fonte é imprescindível para a execução do programa.
Linguagens que não são interpretadas, como o Pascal, Visual Basic, C, dentre outras, são chamadas de linguagens compiladas. Estas últimas não são executadas diretamente a partir do código-fonte. Primeiro se compila o código-fonte para a geração de um código traduzido para a linguagem de máquina (um arquivo executável, por exemplo). A partir deste código é possível executar o programa mesmo sem a presença do código-fonte.
O PHP, desta vez ao contrário do Javascript, é uma linguagem do tipo server-side (lembram que o Javascript é client-side?), o que quer dizer que todo o seu código é processado no servidor web. O cliente não tem acesso ao código-fonte do programa, apenas o servidor. Então como é possível ver a página sem o PHP? Simples. Toda instrução PHP de saída (que produz algo visível ao usuário), ao ser processada, produz texto. Esse texto é embutido no HTML que o cliente recebe. Para o cliente, qualquer página em PHP contém apenas HTML. Veja você mesmo: acesse o código-fonte desta página do blog (que é em PHP) e procure por algo que não seja HTML ou Javascript… você não encontrará.
Leia o resto deste post »
2 Comentários |
PHP, SQ183-06003 | Etiquetado: Apache, EasyPHP, echo, mysql, PHP |
Link Permanente
Escrito por Iran Rodrigues
4.12.2007
O VBScript possibilita a segmentação do código – tornando-o mais objetivo e reutilizável – com a criação de subrotinas e funções. Veja como utilizá-las e quais suas diferenças.
Nesta aula trabalhamos com subrotinas e funções no VBScript. O conceito de função na programação já foi visto em aulas anteriores. Uma explicação breve pode ser vista nesta aula, sobre funções no Javascript.
A grande diferença entre utilizar funções no Javascript, no PHP ou no VBScript é que, neste último, existe dois tipos de “função”: a função propriamente dita e a subrotina. Na verdade, ambas só diferem em uma questão: a função retorna um valor, enquanto que a subrotina não retorna nada.
Para ficar mais claro, vamos a um exemplo:
Leia o resto deste post »
3 Comentários |
ASP + VBScript, SA110-06001, TQ200-05003 | Etiquetado: ASP, funções, subrotinas, vbscript |
Link Permanente
Escrito por Iran Rodrigues
1.12.2007
Veja como utilizar o Photoshop para automatizar a aplicação de uma seqüência de comandos em várias imagens.
Como vimos em aula, o Photoshop possibilita a gravação de uma seqüência de comandos para uma posterior execução. O exemplo a seguir ilustra uma ação para transformar uma imagem em uma miniatura, incluindo uma marca no canto inferior, salvando-a em seguida no desktop.
Observem a paleta ações (clique para ampliar):

Inicialmente, existe apenas um item – Ações Padrão – além de uma série de botões na porção inferior da paleta. O item Ações Padrão é, na verdade, um conjunto de ações. Clicando na seta azulada ao lado do ícone da pasta, à esquerda de Ações Padrão, o conjunto se expande, revelando todas as ações pré-existentes no Photoshop.
Leia o resto deste post »
5 Comentários |
Photoshop, SQ200-07001 | Etiquetado: ações, automatizar, lote, Photoshop |
Link Permanente
Escrito por Iran Rodrigues